sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A História da Música: A Máquina do Tempo


Qualquer pessoa da cidade e região que tenha usado calça boca de sino, cabelos longos, fita no cabelo lembrando Jimi Hendrix , óculos extravagantes á excentricidade Rolling Stones, um cinto medalhão à Bee Gees e que não suportava ficar parado ao som da banda mais famosa de todos os tempos: The Beatles é, de , fato, uma pessoa que foi adolescente ou jovem nos anos 70, embora a banda dos meninos de Liverpool tenha tido o auge nos anos 60. Mas foi a partir da banda inglesa que teve o líder John Lennon, que a banda “Máquina do Tempo” foi inspirada,formado pelos jovens ituveravenses á época: Augusto Sinhorini Chaibub (Bill),José Antônio Jabur (Dodô),Osmar Moyses, Eugênio Machado Condaro ( Geninho), os irmãos Wilson e Moacir Ferreira dos Santos ,Luis Sérgio Garcia (Serginho) ,fez sucesso por longos quatro anos .Jovens á época remanescentes de duas bandas da então década anterior : Os Siderais e The Braziliar Red Caps , cruzaram os tempos estão aí com todo vigor. Hoje, são dentista, comerciantes, engenheiros, bancários, dirigentes universitários

A banda “The Brazilian Red Caps” foi à primeira entre os Ituveravenses a entrar num estúdio de uma gravadora de São Paulo, para lançar um long play (LP), isto em 1968. Foram mil discos de vinil vendidos, numa época em que as barreiras era enormes. As dificuldades estavam incorporadas em outras dimensões e até mesmo políticas, entre elas qualquer artista encontrava o crivo da censura.

Largo da Matriz – 90 anos de história.


A história do Largo da Matriz é uma das mais contagiantes de Ituverava.Matriz devido ao templo que está sob a invocação de Nossa Senhora do Carmo, considerado o mais belo edifício da cidade, é bem provável , até mesmo da região , teve a planta trazida de Roma pelo padre João Rulli que foi executada por Vicente Zenari, e a decoração esteve a cargo do artista italiano Rodolfo Maselli, e a nave foi decorada pelo pintor paulista Orestes Colombari.

As obras foram iniciadas em 1926, e concluídas em 1929. O acabamento interno foi feito em 1936 e o externo em 1937, mas antes do início da construção do grande templo, o Largo que iniciara a formação no início do século XX teve como patrono em justa homenagem, a um dos baluartes da luta contra a escravatura e pela implantação da República, o jurista Rui Barbosa. Este morto em 1° de março de 1923, os camaristas da época prestaram – lhe essa homenagem, ainda, antes desse templo, havia um grande campo de futebol defronte a rua número oito, mais tarde a Cel.José Nunes da Silva, e partilhando este cenário, alguns casebres ao redor do grande largo.

Por volta de 1938, o capitão João Joaquim de Paula construiu quatro edifícios, sendo dois na Rua Rui Barbosa e dois na Rua Benjamin Constant, que são hoje os prédios gêmeos que estão firmes e, ainda, conservam as linhas imponentes da arquitetura da época.

Desses prédios construídos pelo capitão João Joaquim de Paula,em um deles funcionou o prédio do Sanatório Nossa Senhora do Carmo , de propriedade do Dr.Georgides Gonçalves.Apesar de adaptado , manteve moderna aparelhagem para intervenções cirúrgicas variadas.O Sanatório mantinha a clínica geral e a seção de clínica especializada de olhos, nariz, ouvidos e garganta, esta do saudoso medico, Dr.Augusto Marques de Lima, hoje patrono do PAS (Posto de Atendimento de Saúde) do Guanabara.

A praça do largo, formado do lado esquerdo de quem sai da Igreja Matriz, esboçada na década de 1930, de início era cercada, ganhou um pequeno coreto que ficou aço até por volta de 1969, para a construção do Centro Cultural Prof.Cícero Barbosa Lima Júnior, pelo então prefeito Archibaldo Moreira Coimbra.

Em 1973 ás vésperas da inauguração, a casa de cultura ainda composta por um teatro, sala de exposição numa tarde de Domingo laberadas de fogo subiram aos céus.. Levantou – se a suspeita de ter siso um curto – circuito em meio áquela fiação nova, mas nada de garantia que pudesse encerrar o caso, e lá se foi um teatro que teria um dos melhores sistemas acústicos do país, quando, de fato, foi inaugurado somente em 1976, mas não com a qualidade do material que estava instalado antes do incêndio.

Hoje, o Centro Cultural guarda um acervo de 25 mil livros, um Cine – Teatro por onde já passaram grandes atores como Paulo Autran um saguão que serviu várias vezes de sede do Mapa Cultural Paulista e exposição de vários gêneros artísticos.

Outro fato marcante para o chamado Largo da Matriz, foi à mudança do nome do patrono, que acontecem em janeiro de 2000. A Câmara Municipal aprovou o nome de Hélvio Nunes da Silva, este, pois, fora deputados estaduais por quatro legislaturas e os camaristas de Ituverava resolveram homenageá-lo dessa forma.

A praça também serviu de concentração de grandes festas, a exemplo, a que o povo fez para o padre João Rulli quando em 1937, depois de passar alguns meses na Itália, em sua cidade natal, de Bavalino e ao retornar foi ovacionado pelo povo naquele logradouro, e isso aconteceria antes que Rulli assumisse a direção de sua grande Obra, a construção da Santa Casa de Misericórdia, e igualmente um outra grande festa em 1947, com a notícia de que seu querido vigário foi distinguido com o título honorífico de Monsenhor de Sua.Santidade, o Papa.

As festas mais recentes, a missa campal realizada todos os anos após a procissão de Corpus Christi,normalmente realizada de frente ao Centro Cultural; e , as grandes encenações da Paixão de Cristo , que aconteciam nas semanas santas da década de 1970, sempre assistidas por milhares de pessoas naquela centenária Praça da Matriz. Não obstante, a famosa quermesse que é realizada todos os anos no Largo, a mais tradiconal festa de Ituverava.

Ituverava e a Arte Sacra II


Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos não tem este nome á toa. Mais do que um grande símbolo de Ituverava, era o lugar para o qual convergia todo o sofrimento em busca de benções do céu. Eram os escravos que buscavam Deus entre aquelas quatro paredes, construídas entre 1830 e 1840.

Diante do sofrimento, surgiu a arte de uma época, que se eternizou pelos tempos. Eram tempos de comunicação difícil e numa vila, ainda de homens rudes. Tão rudes quanto áquelas paredes que traduzem a atmosfera da época. Era o final do século XIX.

Em Minas Gerais, as Igrejas estavam cobertas de ouro. Aqui cobertas pelo pó de café. Havia um pouco mais de 200 escravos por volta de 1885, e a cidade caminhava para a produção recorde de 15 mil pés formados, que começava a enriquecer a pobre Vila do Carmo da Franca.

Os primeiros vereadores procuram formular leis, para garantir renda para o erário público. Eram os impostos sobre a produção cafeeira; no entanto, a Vila do Carmo da Franca não seguiu os exemplos de tantas outras que vieram incorporar á força do poder das irmandades religiosas, que ganharam status na época, no auge da produção aurífera.

O período cafeeiro, na região, esteve totalmente diferenciado da época do ciclo do ouro. Não surgiu por aqui nenhuma irmandade religiosa que se erguesse, concomitantemente, ao poder do café. Ituverava e região não procuraram imitar as cidades mineiras, que tiveram irmandades famosas, tais as do Carmo, do Rosário, do Pilar, que demonstram ter força política e econômica.

Nossa Igreja do Rosário dos Homens Pretos, e sua imagem, tiveram instrumento apenas devotivo, o que é a grande finalidade de um templo. Aqui não se procurou espelhar na corte de Lisboa, tanto que presenciamos o seu estado de ruína em tempos passados. E apenas há quinze anos, em 1985 é que teve a recuperação.

O artista plástico Lúcio Adalberto Lima Machado reformou a igreja construída entre 1875 e 1879, edificada no Largo do Rosário, contra a tradição pelos escravos negros da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, e freqüentados pelos mesmos.

A reinauguração da igrejinha complemente restaurada ocorreu no dia 23de dezembro de 1985, com a presença do ex – governador paulista André Franco Montoro (1983-86).

A igrejinha tem um significado histórico muito importante para o Brasil, pois a partir do século XVIII a Igreja Católica permitiu que os escravos construíssem seus próprios templos, por sinal, os santos negros que fazem parte da hagiológica catolicista passaram a ser venerados pelos escravos, a exemplo Nossa Senhora Aparecida, Santa Ifigênia, São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Como é sabido de todos, a vida dos escravos teve sempre um alto caráter de santidade e devoção pelo sofrimento que passaram.

Os quadros pintados por Lúcio Adalberto são de figuras bíblicas, como o da Anunciação, Virgem das Dores, São João Batista na Prisão, Cristo Flagelado, Cristo na Sinagoga e Pietá.

Pietá é nome dado pelos italianos ás representações da Virgem chorando o Cristo; Anunciação, a mensagem do anjo Gabriel, que anunciou á Virgem o mistério da Encarnação;Sinagoga,Assembléia de Fiéis na antiga judaica. A Sinagoga parece ter tido origem, entre os judeus exilados da Babilônica, pela necessidade que sentiam, longe do templo; São João Batista preparou a chegada de Jesus Cristo – “Viu João a Jesus, que vinha para ele e disse:Eis aqui o Cordeiro de Deus - ; Cristo Flagelado , Pilatos, pois tomou então a Jesus, e o mandou açoitar , e os solados, tecendo de espinhos uma coroa,lhe puseram sobre a cabeça”. Essas são parte das explicações da arte sacra da Igreja Nossa Senhora do Rosário.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ituverava de Outrora : “A Flor de Maio”

“A Flor de Maio” foi uma loja de tecido fundada em 1935, de propriedade do Sr.Antonio José Felício que aparece na foto bem na quebrada da esquina. Ao lado aparece um outro homem, o Capitão Alves, tabelião do cartório. Hoje no local está a livraria Vanguarda. É o cruzamento da Av.Dr.Soares de Oliveira com a Rua Cel.José Nunes da Silva. No local, outra loja famosa permaneceu por longos anos, a Radiolux , a loja de materiais elétricos e domésticos que funcionou de 1948 a 1975. Depois banca de jornais e a financeira Crefisul até por volta de 1983/84. De lá para cá a Livraria e Papelaria Vanguarda.

Na foto aparece também um outro homem de terno branco e chapéu, e dentro da loja vemos outro homem de paletó. Foi a moda até a final da década de 1950. E as crianças aparecem todas de roupas brancas e até com calção com cinto, mas todas descalças.

Vemos também que havia calçada e calçamento na rua só próximo a sarjeta, a rua era de terra batida.

A década de 1930 começou com 77 casas comerciais, sendo 25 lojas e 20 armazéns, 6 farmácias e a maioria dos comerciantes sírios libaneses .E 34 casas de prestação de sérvios, entre elas 11 barbearias,

Fonte dos dados históricos: Crônicas de Ituverava de José Geraldo Evangelsita

FEI comemora os 40 anos de Atividade

Quando o ministro da Educação Jarbas Passarinho, do então, Presidente da República General Garrastazul Médici assinou a portaria autorizando o funcionamento de Faculdade de Filosofia de Ituverava – FFCL , a notícia foi dada pela Rede Tupi da Televisão em seu jornal de âmbito nacional.Corria o ano de 1971 e os primeiros cursos: Letras, História , Pedagogia , Matemática deram a base firme para que em 1987 desse início ao curso de Engenharia Agronômica, e na mesma época o curso médio Nossa Senhora do Carmo que teve início com o curso Técnico em Contabilidade ainda na década de 1970.

Em 2000 a FEI (Fundação Educacional de Ituverava) recebeu autorização do ministro de Educação Paulo Renato para funcionar os cursos de Administração de Empresas e Agronegócios , Biologia e Sistema de Informação.

Em 2003 vieram à autorização para os cursos de Direito e Medicina Veterinária.

E, finalmente em 2011 o MEC (Ministério da Educação e Cultura) autorizou o 11° curso: Ciências Contábeis.

A festa comemorativa aconteceu na sede social de Ituverava Tênis Clube (ITC).

A história de arte sacra de Ituverava


Os Oratórios de Ituverava

Oratórios também foram nome de uma antiga congregação religiosa, que se espalhou pela Itália, França e Portugal. Foi através da Congregação do Oratório introduzido em Portugal em 1668 pelo Padre Bartolomeu de Quental, que surgiram os auxiliares do Marquês de Pombal quando tirou o ensino das mãos dos Jesuítas no Brasil.

O oratório também era usado por estas Congregações, onde os pecadores faziam suplício. Dos portugueses, existe um famoso que está na cidade de Aljubarrota, que pertenceu a D.João I.

Congruente á importância histórica das nossas imagens é importante que saibamos a origem de nossos objetos sagrados que já guardam quase dois séculos de tradição, despontamento de fé e religiosidade.

Em 1500 a descoberta ou conquista da Terra de Vera Cruz, vulgo Brasil, foi abençoado pelo sinal da Cruz. A caravela de Cabral chegou ás novas terras carregando e meio á sua bagagem um oratório com a imagem de Nossa Senhora da Esperança, iniciando uma tradição que perpetuou o contato do homem com a divindade pelos séculos seguintes.

Oratórios são, igualmente, um pequeno armário; em Minas Gerais simboliza ainda a gratidão de fé, pelas andanças perigosas dos aventureiros , acompanhando - os com a sua benção e indispensável patrocínio.O certo é que esses objetos de fé, hoje, escassos, único museu do gênero está em Ouro Preto – MG, - “ocuparam as íngremes montanhas, tornearam rios, produziram vilas, cidades , aglomeraram comunidades em torno da fé e espiritualidade”, diz Ângela Gutierrez.

O nosso fundador, como consta nos arquivos históricos de Minas Gerais, em Belo Horizonte, João Alves de Figueiredo, em companhia de José, seu irmão, também tornearam os rios mineiros até chegar á Cachoeira do Inferno, hoje, Salto Belo.

No livro de Sesmaria, do arquivo mineiro, existe um registro de concessão ao Capitão José Alves de Figueiredo, com data de 28 de julho de 1788. Terras estas, que estariam entre os rios Grande e Sapucaí.

Foi com objetivo de encontrar, ou conquistar as terras doadas pela Corte Portuguesa , que Alferes João Alves de Figueiredo trouxe em sua bagagem , ao lombo de algum burro , um oratório , com a imagem de Nossa Senhora do Carmo.Com isto, certamente ,Ituverava , surgiu de uma cidade tipicamente religiosa.Do oratório com a Padroeira ficou a grande testemunha da aventura dos descobridores de Ituverava , do início do século XIX;tornou – se o botão de nossa história.Esta imagem, hoje, está no altar da Capela da Santa Casa de Misericórdia .

O altar religioso da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos entrou em estado de ruínas e teve um destino trágico, com a sua demolição em 1967. Em 1985, ele foi reconstituído, mas não se sabe se foi com as mesmas características.

No oratório da Igreja Matriz, está outra imagem de Nossa Senhora do Carmo, trazida da Itália pelo Cônego Vitor Fabiani no início do século. A santa padroeira de Ituverava está ligada a Ordem dos Carmelitas.

Com isso, o tempo vai remontando as histórias de outros templos religiosos da cidade. A Igreja São João Batista, com a sua belíssima sacristia, uma réplica do próprio templo, apesar de ser novíssimo deverá ser o baluarte da riqueza da arte sacra no século XXI para Ituverava.

Enfim , outros monumentos serão tão importantes quantos os significados políticos e religiosos.É a arte expressando a nossa tomada da consciência de que somos uma cidade alva e participativa dos movimentos em prol da nossa liberdade e desenvolvimento econômico e , com isso , para galgarmos melhores níveis de vida.

Fundamentado nos livros de José Geral Evangelista e Moacir França e nos estudos de Ângelo Gutierres, fundadora do Museu do Oratório de Ouro Preto – MG.

Maquete do Novo Santuário Católico de Ituverav

Ricardo Marins, demorou exatamente 5 meses e 6 dias para produzir a maquete. A construção foi iniciada no dia 25 de janeiro de 2010, e finalizada em 1 de julho. Construída com Poliestireno, Solda Plástica, Tecido, Fibras naturais, Madeiras e Tinta Esmalte, na escala 1/125, a maquete possui um tamanho total de 0,89 cm² ( 1,11 cm x 0,81 cm ) e 0,30 cm de altura.
Marins construiu a maquete da futura igreja e, também, foi construída a antiga igreja já existente no terreno e o Salão pertencente à igreja.


Detalhes da maquete


A grande igreja possui 3 portas de entrada ao público e 60 janelas, na qual foram criadas com CDs. Já a torre que fica ao lado da igreja, possui 1 porta e 108 janelas.
Na pequena e antiga igreja, foram criadas 5 portas de acesso e 19 janelas, na qual foi utilizado EVA preto para sua criação.
No salão, foram criadas 2 portas e outras 24 janelas.
A maquete também possui uma bela humanização, onde foram criadas 16 árvores e 22 postes com luzes e fios. Para a representação dos fios dos postes, foi utilizado em torno de 10 metros de cordonel.
Já o estacionamento da maquete, foi criado com capacidade para 75 veículos, com outros 16 postes de praça em seu meio.

O projeto foi criado baseando-se na grande Igreja de Aparecida do Norte, no interior de São Paulo.

Ricardo Marins

Apaixonado pela arte circense desde pequeno passei a ter interesse por maquete após ter visitado uma exposição de maquetes em Ribeirão preto aos 10 anos de idade.

Com isso, ao retornar pra casa, deu inicio aos seus primeiros trabalhos com palitos e papelão, porém, nenhum com escala.

Aos 16 anos após visitar pela primeira vez o Cirque Du Soleil em São Paulo , decidiu construir uma maquete de sua estrutura, o que foi a primeira maquete com escala e reconhecida profissionalmente.

Desse período para o atual não parou mais e aperfeiçoei sua técnica cada vez mais.

E vários Trabalhos profissionais já foram realizados:

Cirque Du Soleil – Saltimbanco: Escala 1/125

Cirque Du Soleil – Quidam: Escala 1 / 125

Novo Santuário Católico de Ituverava: Escala 1/125

Novo Complexo de Jornalismo da TV Record: Escala 1 / 100

Casa - Sobrado de luxo: Escala 1 / 100

As duas maquetes do Cirque Du Soleil estão hoje na sede da empresa de entretenimento internacional em Montreal – Canadá, onde passam por exposições, Foram os passos que levaram os trabalhos a serem reconhecidos profissionalmente e, terem relações de possibilidades de emprego dentro do Cirque Du Soleil. “Outras duas maquetes estão em construção, em que uma delas é para comercialização”, finalizou Marins.